quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Seminário discute aproveitamento e usos da água da chuva


Por que aproveitar a água da chuva em uma região onde há abundância de recursos hídricos? Que usos ela pode ter? Essas e outras questões serão discutidas no Seminário “Aproveitamento de Água de Chuva para Diversos Usos”, realizado pelo Grupo de Pesquisa Grupo de Pesquisa Aproveitamento de Água de Chuva na Amazônia (GPACAmazônia), uma parceria com o Núcleo de Meio Ambiente (Numa) e a Faculdade de Engenharia Sanitária e Ambiental do Instituto de Tecnologia(Faesa/ITEC). O evento ocorrerá nesta sexta-feira, 25, no prédio do Numa, a partir das 8h30. O seminário pretende reunir estudantes, pesquisadores e todos os que têm interesse na temática.
O coordenador do GPACAmazônia, Ronaldo Mendes, conta que a ideia desse seminário é divulgar os trabalhos do grupo de pesquisa e o que já foi realizado, em termos de estudos, quanto aos usos que se podem fazer da água da chuva. “Esse é, também, um momento de planejamento para as novas ações do grupo, contando com novos integrantes”, destaca.
O seminário terá abertura às 9h, com pronunciamento dos diretores do Numa, Gilberto Rocha, e da FAESA, Rui Alves, e do coordenador do GPACAmazônia. A programação segue com um ciclo de palestras até às 12h30, ministradas por palestrantes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), da Secretaria de Meio Ambiente do Pará (SEMA) e do Instituto Federal doPará (IFPA). Os temas discutidos serão: Aproveitamento de água pluvial para consumo potável; Aproveitamento de água da chuva para abastecimento em área rural na Amazônia; Água da chuva e desenvolvimento local. O credenciamento será das 8h30 às 9h para alunos e pesquisadores dos grupos inscritos.
Estudos - Criado em 2007, o GPACAmazônia é vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Gestão de Recursos Naturais e Desenvolvimento Local na Amazônia (PPGDAM) e à Faculdade de Engenharia Sanitária (Faesa). No grupo, atuam professores de graduação e pós-graduação, alunos de mestrado e bolsistas de Iniciação Científica da graduação. O grupo contabiliza, como produtos, três dissertações defendidas no âmbito dos estudos referentes à temática.
O professor Ronaldo lembra que, apesar de a disponibilidade de recursos hídricos na Amazônia ser imensa, existe uma grande dificuldade quanto à qualidade das águas, principalmente quanto àquelas superficiais, como rios e igarapés, pois nem todos os lugares contam com a presença de reservatórios subterrâneos acessíveis. Por isso, o grupo busca soluções tecnológicas com menor custo possível, que possibilitem mais chance de abastecimento, pelo menos durante o período mais chuvoso do ano. “E com isso, diminuiríamos o risco da falta de água, como já se vê em algumas regiões”, afirma.
Ronaldo ressalta que o abastecimento e uso da água é uma questão atual e merece destaque, mesmo na Amazônia. “O fato de termos água em abundância nos torna negligentes com este recurso. Queremos, com este seminário, chamar a atenção para o tema do aproveitamento e da viabilidade do uso da água da chuva”, conclui.
Serviço:
Seminário “Aproveitamento de Água de Chuva para Diversos Usos”
Data: 25 de janeiro, a partir das 8h30
Local: NUMA, Setor Profissional do Campus do Guamá, UFPA
Confira a programação, aqui.
Texto: Vítor Barros – Assessoria de Comunicação da UFPA
Foto: Reprodução / Google

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Evento na UFPA discute aproveitamento da água das chuvas


O possível aproveitamento da água das chuvas para os mais variados usos será tema de um seminário que ocorre nesta sexta-feira (25), na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém. Realizado pelo Grupo de Pesquisa Aproveitamento de Água de Chuva na Amazônia (GPAC Amazônia), o evento promove uma discussão interessante sobre o assunto e pretende reunir estudantes, pesquisadores e todos os que têm interesse na temática.
No mês de junho, apenas dois dias foram de sol (Foto: Elivaldo Pamplona/O Liberal)Em Belém, chuvas são frequentes e abundantes (Foto: Elivaldo Pamplona/O Liberal)







O seminário é uma parceria com o Núcleo de Meio Ambiente (Numa) e a Faculdade de Engenharia Sanitária e Ambiental do Instituto de Tecnologia (Faesa/ITEC). De acordo com o coordenador do GPACAmazônia, Ronaldo Mendes, o objetivo do encontro é divulgar os trabalhos do grupo de pesquisa e o que já foi realizado, em termos de estudos, quanto aos usos que se podem fazer da água da chuva. Além disso, Mendes vê a oportunidade de planejar novas ações, contando até mesmo com novos integrantes.
O professor lembra que, apesar de a disponibilidade de recursos hídricos na Amazônia ser imensa, existe uma grande dificuldade quanto à qualidade das águas, principalmente quanto àquelas superficiais, como rios e igarapés, pois nem todos os lugares contam com a presença de reservatórios subterrâneos acessíveis.
Para atingir este fim, o grupo busca soluções tecnológicas com menor custo possível, que possibilitem mais chance de abastecimento, pelo menos durante o período mais chuvoso do ano. Mendes diz ainda que o tema merece destaque, mesmo na Amazônia.
“O fato de termos água em abundância nos torna negligentes com este recurso. Queremos, com este seminário, chamar a atenção para o tema do aproveitamento e da viabilidade do uso da água da chuva”, conclui.
O seminário “Aproveitamento de Água de Chuva para Diversos Usos” terá abertura às 9h e segue com um ciclo de palestras até às 12h30, ministradas por palestrantes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), da Secretaria de Meio Ambiente do Pará (SEMA) e do Instituto Federal doPará (IFPA).
Os temas discutidos serão: aproveitamento de água pçluvial para consumo potável; aproveitamento de água da chuva para abastecimento em área rural na Amazônia; água da chuva e desenvolvimento local.
GPACAmazônia
Criado em 2007, o Grupo de Pesquisa Aproveitamento de Água de Chuva na Amazônia (GPAC Amazônia) é vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Gestão de Recursos Naturais e Desenvolvimento Local na Amazônia (PPGDAM) e à Faculdade de Engenharia Sanitária (Faesa).

No grupo, atuam professores de graduação e pós-graduação, alunos de mestrado e bolsistas de Iniciação Científica da graduação. O grupo contabiliza, como produtos, três dissertações defendidas no âmbito dos estudos referentes à temática.
Reportagem completa: 
http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2013/01/evento-na-ufpa-discute-aproveitamento-da-agua-das-chuvas.html

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Seminário discute aproveitamento e usos da água da chuva

Por que aproveitar a água da chuva em uma região onde há abundância de recursos hídricos? Que usos ela pode ter? Essas e outras questões serão discutidas no Seminário “Aproveitamento de Água de Chuva para Diversos Usos”, realizado pelo Grupo de Pesquisa Grupo de Pesquisa Aproveitamento de Água de Chuva na Amazônia (GPAC Amazônia), uma parceria com o Núcleo de Meio Ambiente (Numa) e a Faculdade de Engenharia Sanitária e Ambiental do Instituto de Tecnologia(Faesa/ITEC). O evento ocorrerá nesta sexta-feira, 25, no prédio do Numa, a partir das 8h30. O seminário pretende reunir estudantes, pesquisadores e todos os que têm interesse na temática.


Ver o link: http://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=7112]

Registros em anexo:














quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

CONAMA 357


Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes  ambientais  para  o  seu  enquadramento,
bem  como  estabelece  as  condições  e  padrões  de lançamento de efluentes, e dá outras providências.
Veja todas as considerações desta resolução:
http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res05/res35705.pdf

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Fotos da visita á um sistema de capitação de água da chuva.

Estas fotos são da visita de um dos componentes da ANA - Agência Nacional de Águas, no mês de Setembro.














O projeto Águas das Chuvas está concorrendo á este premio que visa a sustentabilidades na Amazônia.

sábado, 8 de setembro de 2012

Definição de água


água é uma substância química composta de hidrogênio e oxigênio, sendo essencial para todas as formas conhecidas de vida na terra.[2]
É frequente associar a água apenas à sua forma ou estado líquido, mas a substância também possui um estado sólido, o gelo, e um estado gasoso, designado vapor de água. A água cobre 71% da superfície da Terra.[3] Na Terra, ela é encontrada principalmente nosoceanos1,6% encontra-se em aquíferos e0,001% na atmosfera como vapornuvens(formadas de partículas de água sólida e líquida suspensas no ar) e precipitação.[4][5] Osoceanos detêm 97% da água superficial,geleiras e calotas polares detêm 2,4%, e outros, como rioslagos e lagoas detêm 0,6%da água do planeta. Uma pequena quantidade da água da Terra está contida dentro de organismos biológicos e de produtos manufaturados.
A água na Terra se move continuamente segundo um ciclo de evaporação e transpiração(evapotranspiração), precipitação e escoamento superficial, geralmente atingindo o mar. A evaporação e a transpiração contribuem para a precipitação sobre a terra.
A água é essencial para os humanos e para as outras formas de vida. Ela age como reguladora de temperatura, diluidora de sólidos e transportadora de nutrientes e resíduos por entre os vários órgãos. Bebemos água para ajudar na diluição e funcionamento normal dos órgãos para em seguida ser eliminada pela urina e por evaporação nos poros, mantendo a temperatura corporal e eliminando resíduos solúveis, como sais e impurezas. As lágrimas são outro exemplo de eliminação de água.
Na indústria ela desempenha o mesmo papel de diluidora, transportadora e resfriadora nos vários processos de manufatura e transformações de insumos básicos em bens comerciais.
O acesso à água potável tem melhorado continuamente e substancialmente nas últimas décadas em quase toda parte do mundo.[6][7] Existe uma correlação clara entre o acesso à água potável e o PIBper capita de uma região.[8] No entanto, alguns pesquisadores estimaram que em 2025 mais de metade da população mundial sofrerá com a falta de água potável.[9] A água desempenha um papel importante na economia mundial, ja que ela funciona como um solvente para uma grande variedade de substâncias químicas, além de facilitar a refrigeração industrial e o transporte. Cerca de 70% da água doce do mundo é consumida pela agricultura.[10]

Lei das Águas


O Brasil é privilegiado na disponibilidade de recursos hídricos. O País conta com 12% de toda a água doce do planeta, tem as bacias São Francisco e Paraná e cerca de 60% da bacia amazônica.
Enquanto, em todo o mundo, mais de 1 bilhão de pessoas não têm acesso à água, o volume de água por pessoa no Brasil é 19 vezes superior ao mínimo estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) – de 1.700 m3/s por habitante por ano.
Apesar da abundância, os recursos hídricos brasileiros não são inesgotáveis. A água não chega para todos na mesma quantidade e regularidade. As características geográficas de cada região e mudanças de vazão dos rios, que ocorrem devido às variações climáticas ao longo do ano, afetam a distribuição e também o uso indiscriminado tanto dos mananciais superficiais quanto dos subterrâneos.
As perspectivas de escassez e degradação da qualidade da água colocaram em discussão a necessidade de adoção do planejamento e do manejo integrado dos recursos hídricos.
Por ser reconhecido como "País das águas", o Brasil busca servir de exemplo na gestão e preservação deste bem inigualável para a humanidade. A partir dos anos 1980, três fatores já eram foco dessa gestão: a sustentabilidade ambiental, social e econômica; a busca de leis mais adequadas e a formulação de políticas públicas que integrassem toda a sociedade.
Em 1997, foi sancionada a Lei das Águas (Lei n 9.433) que estabeleceu a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH) e criou o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh).
 Um de seus principais objetivos é assegurar a disponibilidade de água, em padrões de qualidade adequados, bem como promover uma utilização racional e integrada dos recursos hídricos.
A lei tem como fundamento a compreensão de que a água é um bem público (não pode ser privatizada), sendo sua gestão baseada em usos múltiplos (abastecimento, energia, irrigação, indústria etc.) e descentralizada, com participação de usuários, da sociedade civil e do governo. O consumo humano e de animais é prioritário em situações de escassez.
Como a Lei das Águas descentraliza a gestão do uso da água, o Estado abre mão de uma parte de seus poderes e compartilha com os diversos segmentos da sociedade uma participação ativa nas decisões.
Compete à União e aos Estados legislar sobre as águas e organizar, a partir das bacias hidrográficas, um sistema de administração de recursos hídricos que atenda as necessidades regionais. O Poder Público, a sociedade civil organizada e os usuários da água integram os Comitês e atuam, em conjunto, na busca de melhores soluções para sua realidade.
Para Silneiton Favero, coordenador do Programa de Sustentabilidade Global do Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da FGV-SP,  assegurar o acesso a água conforme previsto na Lei das Águas é um desafio principalmente por causa da execução e efetividade da gestão.
“No que se refere ao gerenciamento dos recursos hídricos, principalmente nos Estados brasileiros ainda há muito que fazer”, diz. O pesquisador alerta que existem diferentes capacidades dentro dos estados. “É preciso ter pessoal qualificado, investimento, sistema de monitoramento da quantidade e qualidade das águas e capilaridade na execução”, completa Favero.